Entre maio e julho deste ano, 12 crianças receberam o nome Endrick em Mato Grosso do Sul, segundo levantamento de cartórios de registro civil. Onze registros foram feitos em municípios do interior e apenas um em Campo Grande.
No mesmo período, 691 bebês foram registrados como Endrick em todo o Brasil. Outros 79 receberam o nome do jogador acompanhado de um segundo nome.
O atacante da Seleção Brasileira foi o jogador de futebol que mais inspirou os pais durante o período. O nome Cristiano Ronaldo apareceu em 16 registros como nome composto, enquanto Neymar foi escolhido como primeiro nome de cinco crianças e apareceu em outros sete nomes compostos.
Também foram registrados cinco bebês chamados Memphis, dois Erling Haaland, dois Messi e um Yamal. O nome Messi ainda apareceu no meio do nome de outras 22 crianças.
Mesmo sem iniciar a Copa do Mundo como titular, Endrick esteve entre os jogadores mais comentados da competição. Segundo o Google Trends, as buscas pela frase “Por que o Endrick não está jogando?” cresceram mais de 3.500% antes da partida entre Brasil e Haiti, após o atacante permanecer no banco na estreia contra o Marrocos.
A cobrança por mais minutos em campo dominou as redes sociais e gerou memes sobre as escolhas do técnico Carlo Ancelotti. Ao longo do torneio, Endrick ganhou espaço e entrou nas partidas contra Haiti, Escócia e Japão. Antes das oitavas de final, afirmou estar tranquilo com a condição de reserva e disse confiar nas decisões do treinador.
No último jogo da Seleção Brasileira, na derrota por 2 a 1 para a Noruega nas oitavas de final, Endrick voltou a entrar em campo, mas não conseguiu evitar a eliminação. Aos 19 anos, o atacante disputou sua primeira Copa do Mundo e viu seu nome se transformar em um dos mais escolhidos por pais que registraram filhos durante o período da competição.
