Portal R5»Notícias»Pedreiro que matou homem em briga de trânsito avisa que vai se entregar

Pedreiro que matou homem em briga de trânsito avisa que vai se entregar

Pedreiro que matou homem em briga de trânsito avisa que vai se entregar

O pedreiro Claudio Barros de Araujo, de 40 anos, suspeito de matar a tiros Renato Bravo da Cruz, também de 40 anos, após uma discussão de trânsito, informou que vai se apresentar à Polícia Civil de Campo Grande nos próximos dias. O caso é investigado pela 5ª Delegacia de Polícia Civil, sob responsabilidade do delegado Matheus Vital.

Na segunda-feira (15), o advogado de Claudio entrou em contato com a unidade para tratar da apresentação do cliente e do agendamento do depoimento. O suspeito deverá ser ouvido formalmente pelos investigadores, enquanto o inquérito continua reunindo provas, depoimentos e imagens para esclarecer as circunstâncias do crime. Como o fato ocorreu na madrugada de domingo (14), ele não está mais em situação de flagrante.

O homicídio aconteceu em uma conveniência na Avenida dos Cafezais, no Bairro Paulo Coelho Machado. Segundo o boletim de ocorrência, Renato estava no local com a ex-companheira e, ao dar partida em seu GM Celta, colidiu na traseira de um Ford Versailles estacionado à frente. A batida gerou uma discussão entre os envolvidos.

Conforme a investigação, Claudio desceu do Versailles e foi até a porta do motorista do Celta, onde efetuou um disparo que atingiu Renato no olho esquerdo. Mesmo ferida, a vítima tentou sair do veículo, mas caiu. Equipes de socorro foram acionadas, e o médico da Polícia Militar constatou a morte no local.

Imagens de câmeras de segurança da conveniência mostraram o desespero de quem presenciou a cena. Nas gravações, frequentadores correm e se afastam após o disparo. Uma mulher, apontada como ex-companheira da vítima, aparece abalada, sendo amparada por outras pessoas.

A repercussão do caso gerou revolta entre frequentadores. O Ford Versailles usado pelo suspeito foi depredado, com vidros quebrados, para-brisa danificado e sinais de vandalismo. Durante a perícia, um projétil foi recolhido, e as imagens foram incorporadas ao inquérito para auxiliar na reconstrução dos fatos.

O caso foi registrado como homicídio qualificado por motivo fútil. A expectativa agora é pela oitiva do suspeito, que deverá apresentar sua versão sobre o episódio que terminou com a morte de Renato.

Avatar photo

Sobre o autor: Sofia Almeida

Ver todos os posts →