O cantor Jão falou sobre a morte inesperada do pai em entrevista ao g1. Ele lançou o disco “Memórias Póstumas” neste domingo (26). Na conversa, o artista abordou sua relação com o luto e a criação do álbum em parceria com o namorado.
Jão disse que achava que receberia sinais divinos após a perda do pai, mas a morte ocorreu em um dia comum. O cantor comentou como esse evento inesperado influenciou o novo trabalho musical.
Em outra frente, a política internacional movimenta o noticiário. O presidente Lula e os governadores Flávio, Caiado, Zema e Renan foram convidados para entrevistas pelo g1 e GloboNews. Um sorteio realizado hoje definiu a ordem das entrevistas, que serão exibidas entre 4 e 10 de agosto.
No campo diplomático, integrantes do governo brasileiro criticaram o ministro da Fazenda, Durigan, por ter chamado o presidente argentino Javier Milei de “palhaço”. A declaração gerou repercussão na imprensa argentina, que destacou o crescimento da briga diplomática entre os dois países.
Sem apresentar provas, Milei acusou o governo brasileiro de liderar uma “campanha anti-Argentina” durante a Copa. A tensão entre os países aumentou nos últimos dias.
Em uma ligação telefônica, o presidente chinês Xi Jinping disse a Lula que apoia o Brasil contra interferência externa na eleição. A conversa ocorreu em meio a tensões no cenário internacional.
No Oriente Médio, o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump afirmou que está pronto para uma ação “forte” se as negociações com o Irã falharem. A declaração aumenta a pressão sobre o programa nuclear iraniano.
Na guerra da Ucrânia, um vídeo mostra um soldado dentro de um avião derrubando drones russos apenas com um fuzil. As imagens circularam nas redes sociais e mostram a intensidade dos combates na região.
